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domingo, 4 de setembro de 2011

Nova plataforma para legalização do aborto volta ao senado e pretende vetar recebimento de verba pública para organizações que desempenham projetos sócias com princípios religiosos.

Prática repudiada pelo cristianismo – aborto – volta é apresentada em nova plataforma no senado.
No último dia 18 de agosto se reuniu em Brasília no Congresso Nacional a ‘Frente Nacional contra a Criminalização de Mulheres e pela Legalização do Aborto’ juntamente com outras ONG’s que promovem a legalização do aborto no Brasil. O novo documento apresentado tem como uma de suas pretensões vetar algumas ações de organizações religiosas.
No mesmo dia as senadoras Lídece da Mata (PT-BA), Ângela Portela (PT – RR) e Ana Rita (PT-ES) convocaram uma audiência pública, no ‘Auditório Petrônio Portela do Senado Federal’, para onde as representantes das organizações se dirigiram após. O tema da audiência conforme a convocação foi: ‘Debate sobre direitos sexuais e reprodutivos das mulheres’.
Pretensões da nova plataforma a favor da legalização do aborto:
  • Manter a proposta elaborada pela Comissão Tripartite, instituída em 2005 pela secretária de políticas para as mulheres: Retirar a prática de aborto do código penal;
  • Impedir a participação das Organizações Religiosas na elaboração e controle social das políticas, e vetar o recebimento de verba pública destas, para ações sociais que tenham como base e orientação princípios religiosos;
  • Garantia de ‘orientação sexual nas escolas’ e impedimento da inserção do ensino religioso nas ‘Redes Púbilcas de Edução’.
A Plataforma afirma que o “aborto é apenas o resultado da interrupção da gravides até a 22ª semana de gestação e cujo produto pesa até 500 gramas”. Discriminando segundo a fonte, o feto e ignorando que se trata de um ser humano já em formação, com tanto direito à vida aquanto qualquer outro ser humano e não de um simples produto que pesa até 500 gramas.

Fonte: Gospel+

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